8 de jan. de 2026

A corrida pelo lítio brasileiro saiu das salas de espera e entrou no centro do tabuleiro mundial. Empresas e estados rivais já mapearam depósitos em Minas Gerais, Bahia e Ceará como peças-chave da futura infraestrutura energética global. Enquanto isso, corporações internacionais, fundos soberanos e governos com déficits domésticos em minerais de bateria estão aumentando ofertas, alianças e investimentos antecipados para garantir acesso a esse recurso estratégico. O Brasil, por sua vez, enfrenta a necessidade de adaptar suas regras, padrões e logística para não perder o controle sobre um dos principais vetores de poder material do século XXI.